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Na raça, Santos empata com reservas do Athletico e deixa Flamengo se isolar na liderança – ESPN

O confronto com um time misto, em casa, em uma Vila Belmiro com bom público, era tudo que o Santos queria para um domingo à tarde em que não deixar o Flamengo se isolar na ponta era a tarefa do dia.

Mas, mesmo com um time recheado de reservas, o Athletico Paranaense, finalista da Copa do Brasil, mostrou um belo futebol contra o time de Jorge Sampaoli.

Com o empate em 1 a 1, com gols de Braian Romero e Carlos Sánchez, de pênalti, o Alvinegro Praiano vê o rival carioca se isolar com 39 pontos na liderança, dois à sua frente.

Mais do que isso, vê o Palmeiras, que tem um jogo a menos, podendo ficar a apenas um ponto de distância se vencer o Fluminense em casa, na sexta-feira.

O Santos não foi o time de outras rodadas. Teve controle da partida, mas viu seu adversário criar as melhores chances da primeira etapa. Marinho, pela direita, era o principal homem no ataque. Mas faltavam-lhe parceiros à altura.

O Athletico foi se soltando aos poucos e parecia, mesmo sendo atacado, entender o que tinha de fazer para sair com um bom resultado. Quando tinha espaço, dava estocadas.

Com a bola, os visitantes não se afobavam. Colocavam a bola no chão e saiam jogando com organização e troca de passes.

Como quando Thonny Anderson e Vitinho, em sequência, forçaram Everson a fazer defesas à queima-roupa, aos 33. Mas, aos 41, em boa jogada trabalhada, Braian Romero apareceu sozinho na pequena área para empurrar para a rede um chute cruzado de Thonny: 1 a 0.

No segundo tempo, em vez de se organizar, o Santos voltou mais bagunçado. O Athletico tentava oferecer a bola ao adversário. Mas, afobado, o Peixe errava muito. Mesmo Marinho, destaque na etapa inicial, começou a se complicar em lances fáceis.

A partir dos 30, o Santos iniciou uma blitz. Primeiro em chute de Lucas Venuto, depois com conclusão cruzada de Felipe Jonatan e cabeçada de Lucas Veríssimo – todas defendidas pelo goleiro Léo.

Pra completar, Uribe cabeceou duas seguidas. A primeira, Léo defendeu. A segunda, com ele sozinho, saiu por cima do travessão.

Até que, aos 43, o juiz não anotou, mas o VAR viu um pênalti duvidoso em Marinho, que invadia a área pela esquerda e foi tocado no braço por Braian Romero. Inicialmente, a falta havia sido apontada fora da área.

Mas, após revisão, com a marca da cal pontada, Carlos Sánchez bateu e empatou.

Aos 49, Thiago Nunes e o preparado físico santista Pablo Fernadez discutiram e foram advertidos. Fernandez levou vermelho e Nunes, apenas amarelo.

O jogo ainda se transcorreu por mais cinco minutos. No fim do jogo, Sampaoli e Nunes voltaram a bater boca, quando o técnico santista passou em frente ao banco do Furacão e reclamou com o paranaense dos jogadores que se jogavam em campo.

Fonte Oficial: ESPN.

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